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Seabra: Observações e criticas, em nota divulgada pelo PSOL sobre a Administração e atual situação politica do município

Na ultima quinta-feira (22), o PSOL (Partido Socialista) divulgou uma nota falando sobre a atual situação publica do município de Seabra. A nota diz que nesse primeiro ano de mandato do atual gestor, a cidade pouco evoluiu, o que não possibilitou a melhoria de vida da população, além de o atual prefeito aparentemente estar perdido e não ter metas definidas.

A nota segue falando que nada mudou com a nova gestão, e que a cidade continua agonizando com os antigos problemas de má gestão. Segundo a nota, problemas “como:  inchaço da máquina pública com nomeação de parentes, elevado número de carros alugados, provavelmente para quitar compromissos tácitos de campanha, falta de investimento na promoção da cultura local, descaso com a educação pública, não realização de concurso público, obras públicas que prosseguem a passos de tartarugas, falta de apuração e de divulgação de denúncias por parte dos vereadores. Após o fim do processo eleitoral de 2016 e a posse das novas gestões (executivo e legislativo) nada mudou, vemos ‘o futuro repetir o passado'”.

A nota finaliza falando que seria demais esperar até outubro de 2020 para apertar a tecla verde de confirma e ver essa situação se repetindo novamente e convida ao cidadãos seabrenses para lutarem por seus direitos.

Confira a nota na integra: 

 

Nota do PSOL / Seabra sobre a conjuntura política local

Seabra, 22 de fevereiro de 2018

Há pouco mais de um ano de gestão pública e de mandatos, tanto do executivo quanto do legislativo municipais, é possível traçar uma linha geral da fisionomia do poder político em Seabra e as relações que se estabelecem na administração pública e para além dela.

Em relação à gestão municipal, percebemos um marasmo no que diz respeito aos enfrentamentos dos verdadeiros problemas do município. Não conseguimos identificar, por parte da prefeitura, um levantamento de questões cruciais ao desenvolvimento local, nem planejamento, muito menos execução de tarefas que de fato viabilizem a melhora das condições de vida do povo seabrense. Parece que o orçamento público “caiu” no colo do prefeito Fábio Lago Sul e ele não sabe o que fazer ou não tem prioridades definidas.

Na Câmara Municipal, percebemos uma correlação de força as, na qual de um lado tivemos inicialmente duras críticas ao prefeito e ameaças de denúncias, como a de um suposto mensalinho e outros desvios de verbas, mas nada que fosse levado adiante e explicitado aos cidadãos. De outro lado, uma defesa contumaz ao prefeito, acirrando uma polaridade em que o centro de disputa e importância passa ao largo dos interesses do povo.

O saldo desse primeiro ano de nova gestão pública e de uma pequena renovação do legislativo é que nos encontramos como antes. A má administração pública em Seabra é consequência direta da pequena política que ainda impera nas margens agonizantes do Cochó. As mesmas práticas de antes continuam: inchaço da máquina pública com nomeação de parentes, elevado número de carros alugados, provavelmente para quitar compromissos tácitos de campanha, falta de investimento na promoção da cultura local, descaso com a educação pública, não realização de concurso público, obras públicas que prosseguem a passos de tartarugas, falta de apuração e de divulgação de denúncias por parte dos vereadores. Após o fim do processo eleitoral de 2016 e a posse das novas gestões (executivo e legislativo) nada mudou, vemos “o futuro repetir o passado”.

Para nós, trabalhadores/as, juventude e os/as excluídos/as deste lugar, só resta lutar pela garantia de nossos direitos. Não dá para alimentar possibilidades de mudanças tendo como expectativa o processo eleitoral. É tempo demais esperar outubro de 2020 para apertar a tecla verde e confirmar o que conhecemos bem. É hora de auto-organização do povo seabrense. É hora de lutar pelos nossos direitos!

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