sexta-feira ,21 setembro 2018
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Sesab informa que subiu 14% o número de casos de H1N1 na Bahia; 15 mortes foram registradas

No boletim atual, que leva em conta os dados registrados na Bahia do mês de janeiro até o dia 12 de maio, foram feitos registros da gripe H1N1 em 27 municípios | FOTO: Divulgação |

Aumenta o número de casos confirmados da gripe H1N1 na Bahia. A Secretaria de Saúde (Sesab) divulgou o boletim atualizado, nesta terça-feira (15), informando que subiu de 100 para 114 casos, o que representa um avanço de 14%. Apesar do avanço, o número de pessoas mortas não cresceu em relação ao último levantamento, divulgado em 9 de maio. Desde lá, os óbitos relacionados à gripe H1N1 permanecem em 15.

No boletim atual, que leva em conta os dados registrados na Bahia do mês de janeiro até o dia 12 de maio, foram feitos registros da gripe H1N1 em 27 municípios. Um deles é Morro do Chapéu, na Chapada Norte, que teve um caso confirmado, na última sexta (11), pela Secretaria Municipal de Saúde. A Prefeitura de Morro do Chapéu publicou uma nota, mas não informa a idade, nem o nome do paciente infectado.

Apenas alerta que os moradores de Morro do Chapéu fiquem atentos, que nos casos de manifestação dos sintomas (febre, tosse, dor no corpo e dor de garganta), devem procurar o serviço de saúde para diagnóstico e tratamento adequados. Além disso, as pessoas suspeitas de infectadas com a doença devem permanecer na residência o tempo estipulado pelo médico.

Já as mortes registradas na Bahia pela Sesab ocorreram em seis cidades. Salvador notificou 10 óbitos, os demais municípios Camaçari, Lauro de Freitas, Retirolândia, Saúde (na Chapada Norte) e Serrinha registraram uma morte cada. A doença tem ocorrido em maior recorrência com menores de cinco anos e maiores de 60 anos. Os idosos são as principais vítimas mortas (63,1%).

Vacinação
A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe começou no dia 23 de abril e vai até 1º de junho. Na Bahia, a meta é imunizar 90% do público alvo, formado por 3,6 milhões de pessoas dos grupos prioritários. Esses grupos são formados por idosos, crianças (entre seis meses a cinco anos), gestantes e puérperas, trabalhadores da saúde, professores, indígenas, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas, adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional. Jornal da Chapada com informações do G1.

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