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CHAPADA: Exposição virtual “Gravuras e Bravuras” do território de identidade da Chapada Diamantina acontece dia 12 de fevereiro

Com o objetivo de promover a arte indígena e apoiar o movimento cultural desses povos no interior da Bahia, onde vem sendo realizado um processo de retomada territorial e cultural, acontece a exposição virtual Gravuras e Bravuras Payayá, território de Identidade da Chapada Diamantina. A mostra reúne desenhos do Cacique Juvenal Payayá. São 35 gravuras totalmente inéditas ao público, todo o material será publicado e comentado entre os dias 19/01/2022 e 12/02/2022 no Instagram @territorio_payaya.

Também compõe a exposição um encontro virtual com artistas e público, nesta sexta-feira (21), às 19h, no canal da TV UNEB Seabra e no Canal TV Pataxó, no YouTube. A Roda de Conversa online da Exposição Gravuras e Bravuras Payayá convida artistas indígenas e não indígenas, na inauguração da exposição. Nessa roda pretende-se debater a importância do evento Teia dos Povos para retomada indígena, a importância da arte na cultura indígena e o processo criativo do autor, o Cacique Juvenal Teodoro Payayá.

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Parte desse material registra as expectativas e ações realizadas na preparação dos encontros Jornada de Agroecologia da Bahia e Teia dos Povos no Território Payayá (2019) e Pré-Jornada nos territórios Bocaina e Mocó (Piatã – 2021).

Estarão presentes na Roda de Conversa, Mestre Joelson Ferreira, natural de Itamaraju (BA), liderança popular, e articulador da Teia dos Povos, Ademário Payayá, indígena Payayá, doutorando e Mestre em Ciências da Educação, Julie Dorrico indígena Macuxi, Doutora em Teoria da Literatura na PUCRS, Emílio Tapioca é poeta e liderança cultural na Chapada Diamantina com formação acadêmica em Licenciatura em História, e Dinorah Poletto, bióloga, terapeuta, escritora, mãe e avó. Acompanha o trabalho de Juvenal há 40 anos.

Juvenal Payayá – Tem 77 anos e nasceu em um pequeno povoado, na Chapada Diamantina. Aos 19 anos, aprendeu além das disciplinas curriculares os primeiros passos da política estudantil, ingressando na luta contra a ditadura militar de 1964. Cursou Economia na UEFS, onde ajudou a fundar o Diretório Acadêmico de Economia Honestino Guimarães, tornando-se seu primeiro presidente.

Em 2010 ajudou a fundar o grande movimento indígena MUPOIBA-Movimento dos Povos e Organizações Indígena da Bahia participando da primeira coordenação como diretor financeiro. Foi membro do Conselho Estadual de Educação da Bahia – CEE-BA e do Conselho Estadual dos Direitos dos Povos Indígenas do Estado da Bahia – COPIBA. Em 2019 liderou o povo Payayá na retomada do território originário na cabeceira do Rio Utinga e realizou, junto com seus parentes de perto e de longe o maior encontro indígena do interior da Bahia, a Teia dos Povos 2019.

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