terça-feira ,28 setembro 2021
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Chapada: Piatã fica em segundo lugar na geração de empregos com mineração na Bahia

Piatã, na Chapada Diamantina se destaca no setor da mineração no estado da Bahia. Atividade que tem contribuído para avanço socioeconômico de diversas regiões no estado, apresentou nos últimos 12 meses uma geração de 1.413 novos empregos formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério da Economia.

Segundo o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), as vagas diretas abertas nas mineradoras geram empregos indiretos da ordem de 1 para 11 ao longo das cadeias produtivas.

Dentre os municípios que apresentaram os melhores números, Piatã, onde fica a mineradora Brazil Iron, tem um saldo de 153 contratações, ocupando o segundo lugar, ficando atrás do município de Juazeiro onde está uma das minas da Mineração Caraíba, também com saldo de 153 contratações. Em terceiro lugar Santaluz, com 138 novos empregos, município onde a Equinox está preparando o retorno da produção de ouro, previsto para janeiro de 2022, após assinar contrato com a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM).

Mais dois fatores relevantes que coloca a mineração em posição de destaque no desenvolvimento econômico da Bahia, é a manutenção de mais de 16 mil empregos diretos, além dos indiretos e também a sua remuneração média, que chega a ser duas vezes maior que a das indústrias de transformação e construção civil e até três vezes maior que a do comércio.

Segundo dados nacionais do CAGED, a atividade que apresentou o maior salário médio no país foi a Extração de Minerais Metálicos Não Ferrosos (R$ 3.143,80), seguida pela Extração de Minério de Ferro (R$ 2.840,46) e pela Extração de Carvão Mineral (R$ 2.543,44). A remuneração média do setor de Extração Mineral, desconsiderando petróleo e gás, foi de R$ 2.166,14.

O faturamento das mineradoras baianas já havia batido a marca dos R$ 5 bilhões, até o mês de julho de 2021, superando o índice de R$ 2,9 bilhões atingido no mesmo período do ano passado, mostrando um crescimento de 73% na receita, segundo dados disponibilizados pela Agência Nacional de Mineração (ANM). Esse resultado contribui para movimentar a economia local dos municípios a médio e longo prazo, com promoção a negócios em extensas cadeias produtivas, geração de empregos e aumento da arrecadação tributária.

Já em relação a CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais), que é a contrapartida financeira paga pelas empresas mineradoras à União, aos Estados, Municípios, a Bahia é o terceiro maior arrecadador do país. As mineradoras baianas já pagaram, até agosto deste ano, mais de R$ 91 milhões, quase o mesmo montante de todo o ano passado, que foi de R$ 94 milhões. Chapada News com informações do Correio 24 horas

 

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