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Palmeiras: Prefeito refuta acusações do processo de impeachment e diz que “o prosseguimento é ilegal”

O Jornal da Chapada publicou uma matéria, na última quarta-feira (13), que tratava do processo de impeachment do prefeito do município de Palmeiras, na Chapada Diamantina, Ricardo Guimarães (PSD). Segundo informações enviadas à redação deste site, o pedido de impedimento era baseado em denúncias que estariam em desacordo com a lei.

Atraso na publicação dos decretos de todos os créditos suplementares entre 2018 e 2019, nomeação do procurador-geral do município por meio de decreto e concessão de prédio público municipal para funcionamento de boate privada são as denúncias em que se baseou a justificativa do impedimento. Em contato com o Jornal da Chapada, o prefeito Ricardo apresentou o contraditório e refutou as denúncias e o processo que segue na Câmara de Vereadores do município chapadeiro.

Guimarães informou ao jornal que não há irregularidades em sua gestão e que o prosseguimento de impedimento é um ato ilegal e de cunho político. “Não tem nada de improbidade administrativa e nada de desvio de recurso público. Esse prosseguimento [processo de impeachment] é ilegal, porque a comissão já aprovou o relatório cancelando por falta de provas, mas tem um vereador que está querendo criar um fato político, que é o vereador Kleber e ele sabe que esse procedimento é ilegal”, ressalta o gestor em contato com o jornal.

O prefeito de Palmeiras ainda aponta que “a CPP [Comissão Processante Parlamentar] já foi cancelada com relatório na própria comissão – que eles criaram composta por três vereadores, que foi o vereador Jusselino Soares [PTB], Eduardo Antônio [PRP] e Kléber Alves [PCdoB]”. Ricardo ainda completa que o arquivamento foi vencido e que aguarda a aprovação da ata para entrar com o mandado de segurança.

“Kleber perdeu na comissão por dois votos a um pelo arquivamento da denúncia. Mas como ele sobrevive disso e não sabe fazer o bem, então ele colocou no plenário uma ação totalmente ilegal. Nós estamos apenas esperando uma aprovação da ata, na próxima segunda-feira [18], para entrar com um mandado de segurança e cancelar essa comissão que é totalmente ilegal”.

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