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SEABRA: Pai e filha relatam o desespero por estar frente a frente com carreta desgovernada que tombou na BR-242, dentro da cidade;veja vídeo

FOTO: Reprodução/Chapada News

Ainda chocados com os constantes acidentes na BR-242, no trecho da Chapada Diamantina, moradores de Seabra, cidade que é cortada pela BR, narram desespero e dificuldade em morar no bairro onde os acidentes acontecem com maior frequência. Pai e filha, Fábio e Lorena, estiveram em entrevista no Jornal do Meio-Dia, nesta quinta-feira (26) relatando suas experiências no acidente da quarta-feira (25), pois os dois estiveram frente a frente com a carreta desgovernada.

Fabio e Lorena são moradores do bairro União, nas proximidades da ponte que corta o Rio Cochó, exatamente a região que fica às margens da BR-242, local onde tem maior incidência de acidentes dentro da cidade.

Na quarta-feira, Fábio trafegava de moto pela BR-242, com sua filha Lorena na garupa, quando perceberam que uma carreta desgovernada descia a ladeira da BR, em alta velocidade. Rapidamente Fabio jogou a moto para o acostamento, em seguida a carreta passou por eles e colidiu no fundo de outra carreta e em seguida tombou na pista. Por muito pouco, se livraram da morte.

“Vejo diariamente muitas quase tragédias aqui [no bairro União], além de já ter presenciado tragédias de fato. Já são mais de 30 mortes nesse trechinho de menos de 1 km. Muito difícil viver aqui. A gente convive com a morte diariamente”, desabafa Fabio.

Por conta de tantos acidentes, Fabio ainda traz a preocupação com o fechamento da escola municipal do bairro em 2023, anunciada pela prefeitura. As crianças agora terão que se deslocarem para o bairro vizinho, Santa Luzia, e com isso precisarão trafegar pela BR-242, e isso também é uma preocupação para pais e responsáveis.

Diante de tantos acidentes e da periculosidade que a BR vem mostrando, muitas são as especulações do que poderia ser feito para manter a segurança das pessoas: duplicação da via, passarela, caixa de brita, anel viário retirando caminhões do perímetro urbano, enfim, o certo é que a população precisa de assistência e clama por ajuda e visibilidade. Veja entrevista na íntegra no vídeo abaixo

Chapada News

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